Apesar do lucro líquido de R$ 6,6 bilhões da Petrobrás no terceiro semestre de 2018 e possíveis reajustes trimestrais a partir de janeiro, o Gás liquefeito de petróleo de uso residencial (GLP-P13) – gás de cozinha de 13 quilogramas – sofre o sexto reajuste em 8 meses. A última queda no preço registrada foi no dia 6 de março, quando o preço do GLP caiu em 4,2%, mas a partir daí o preço foi aumentando bimestralmente: 27/03 ele aumentou 4,7%; 08/05 aumentou 7,1%; 16/05 aumentou 3,6%; 05/07 aumentou 4,4% e 20/09 aumentou 5%, agora recebendo o reajuste de 8,5%.

Segundo a companhia, os motivos para a alteração dos preços foi a desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do GLP. A estatal informou que o mecanismo leva em consideração a necessidade de praticar preços para o produto com referência no mercado internacional e a Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética.

Porém, a Petrobrás fechou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 6,6 bilhões, resultado 371% superior aos R$ 266 milhões obtidos no mesmo período no ano passado. Com o resultado, a estatal encerra os primeiros nove meses do ano com um lucro líquido de R$ 23,6 bilhões, crescimento de 371% em relação a igual período de 2017.

 

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